Partido dos Trabalhadores

Partido dos Trabalhadores

sábado, 4 de junho de 2016

Golpe2016: Erundina defende que salários de parlamentares passem por referendo popular



Deputada criticou o uso de emendas ao orçamento, seja para apoio ao mandato, ou para eleições futuras, e destacou que há políticos que se envolvem em superfaturamento e enriquecem com uma única obra.
 erundina.jpg
 Erundina, que é paraibana e já foi prefeito de São Paulo, diz que a consulta por referendo, "é um meio de democracia direta, e consta da Constituição Federal"

São Paulo – A deputada federal Luiza Erundina (Psol-SP) disse ontem (13) na Rede TV! que o país deveria adotar um referendo popular para que a população aprovasse o salário dos deputados e senadores.
Em entrevista à jornalista Mariana Godoy, a deputada afirmou que tem um projeto propondo “que o reajuste e a definição dos honorários dos parlamentares a cada início de legislatura fossem submetidos a um referendo popular, porque quem paga o salário do parlamentar é o povo. Que se consulte através do referendo, que é um meio de democracia direta, e consta da Constituição Federal”.
Erundina comentou que na média do salário do brasileiro, o salário do parlamentar é algo absurdamente alto. Ela disse, no entanto, que as emendas parlamentares ao orçamento são o real interesse dos parlamentares que dão as costas para o povo.
“Há muito mais do que isso, são as emendas parlamentares que eles usam como moeda de troca para apoios das próximas eleições, ou durante seus mandatos; o que enriquece o parlamentar não são os eventuais privilégios, e há muitos privilégios, não é isso o que os enriquece, é uma carreira que todos anseiam e pagam caro por ela porque o retorno é muito bom, muito grande”, afirmou.
Erundina explicou como funciona a dinâmica das emendas ao orçamento do governo. “Todo ano tem a lei orçamentária, e o dinheiro da emenda é destinado a uma grande obra, uma rodovia, e o superfaturamento? Os governadores e prefeitos também são obrigados a pagar porque também eles são corruptos. Grande parte deles se associa a essa prática de aceitar o superpreço de determinada obra de milhões.
Quem não tem ética, não tem moral na condução da coisa pública enriquece em uma dessas obras. Basta uma obra para ele ficar rico”.  E ainda afirmou: “O interesse do parlamentar não é pelos privilégios como parlamentar, é as vantagens debaixo do pano que ele aproveita para enriquecer e se enriquece em um mandato”.
As afirmações de Erundina foram feitas em meio à defesa de uma reforma política que corrija as distorções de representatividade que levaram à crise política atual. A deputada também disse que foi um ato de desobediência civil o que a motivou a ocupar a cadeira da presidência da Câmara, no afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na semana passada.
"Eu quis fazer uma desobediência civil, para ver se acordava a sociedade para o que estava acontecendo naquela Casa. Foi um símbolo que a sociedade entendeu a razão porque nós ocupamos aquela cadeira; não é uma cadeira do Cunha, ou do Waldir Maranhão (PP-MA), ou de quem quer que seja, é uma cadeira da sociedade", afirmou a deputada.
"Essa cadeira, lamentavelmente, muito poucas vezes tem sido ocupada por alguém que seja fiel aos compromissos com a sociedade e com o poder como missão a serviço da sociedade, e não como algo que alguém se apropria como se está fazendo hoje no Brasil."

http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2016/05/erundina-defende-que-salarios-de-parlamentares-passem-por-referendo-popular-2308.html

Golpe2016: MULHERES VÃO ÀS RUAS CONTRA O RETROCESSO E A CULTURA DO ESTUPRO



Na noite desta quarta-feira, 1º junho, aconteceram manifestações simultâneas contra violência de gênero em pelo menos 50 cidades de 16 estados brasileiros e em 3 cidades portuguesas. 


Com o tema “Por TODAS ELAS”, mulheres ocuparam as ruas para denunciar a cultura do estupro, violência de gênero e a perda de direitos no governo golpista de Michel Temer. Atos ganharam força após o estupro de uma adolescente de 16 anos por 33 homens no Rio de Janeiro.
Em São Paulo, onde aconteceu a maior manifestação, pelo menos 30 mil mulheres fecharam a Avenida Paulista. A concentração começou às 16h no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (MASP) e seguiu, às 18h, para a Praça Roosevelt. Por volta das 18h30, cruzou com a ocupação do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) no prédio da Presidência da República em São Paulo.
Juntas e cercadas por tropas da Polícia Militar (PM), as duas manifestações gritavam “Nem recatada, nem do lar, a mulherada está na rua para lutar”.

Impítima2016: DEFESA DA PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF PODE SER LIDA AQUI

Conforme informa matéria já publicada neste blogue em http://ptssal.blogspot.com.br/2016/06/impitima2016-presidenta-dilma-vana.html, a Presidenta Dilma entregou a sua defesa ao Senado. 

O texto é algo de muito bom para toda a sociedade e especialmente para os chamados Operadores do Direito. 

A seguir leia a íntegra da defesa:

 (falta anexá-la)